Frango tem queda de preço em novembro, impulsionada por alta na oferta

O mercado de frango no Brasil apresentou um recuo nos preços durante o mês de novembro, refletindo um aumento na disponibilidade do produto. Dados indicam que a desvalorização alcançou 2,2% no período.
Apesar da diminuição nos preços, o setor atacadista demonstra resiliência, com um volume considerável de vendas mantendo-se estável. Essa dinâmica sugere que, embora o consumidor final possa se beneficiar com preços mais acessíveis, a demanda por parte de grandes compradores continua sustentada.
A maior oferta de frango no mercado pode ser atribuída a diversos fatores, como o aumento da produção por parte dos criadores, a otimização dos processos de abate e distribuição, ou até mesmo a diminuição das exportações em determinados períodos, direcionando um maior volume para o consumo interno.
A queda nos preços pode impactar positivamente o poder de compra da população, especialmente em um cenário econômico onde a inflação ainda se mantém como uma preocupação constante. O frango, sendo uma proteína acessível, desempenha um papel importante na alimentação da população brasileira, e a sua disponibilidade a preços mais competitivos pode contribuir para a segurança alimentar de muitas famílias.
É importante ressaltar que o mercado de frango é influenciado por uma série de variáveis, como os custos de produção (milho e soja, por exemplo), a demanda interna e externa, as políticas governamentais e as questões sanitárias. A análise constante desses fatores é fundamental para compreender as tendências e os desafios enfrentados pelo setor.
A estabilidade nas vendas no atacado, mesmo diante da queda nos preços, demonstra a importância do frango como um componente essencial na cadeia de abastecimento de restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos comerciais. A capacidade do setor em manter um fluxo constante de vendas é um indicativo da sua solidez e da sua importância para a economia brasileira.


