Chuva forte causa estragos em delfinópolis: escola danificada e postes derrubados

Um temporal de curta duração, mas de grande intensidade, atingiu Delfinópolis, no sul de Minas Gerais, na tarde da última quinta-feira, causando estragos significativos em diversos pontos da cidade. A tempestade, que durou cerca de 30 minutos, foi acompanhada de fortes ventos e queda de granizo, resultando em danos materiais consideráveis, embora, felizmente, sem deixar feridos ou desabrigados.
Os maiores impactos foram registrados na Rua José Neto, onde a força do vento derrubou dois postes de energia, interrompendo o fornecimento elétrico para a região. A queda de árvores em diferentes bairros também contribuiu para o cenário de destruição. A Escola Estadual Professora Neiva Maria Leite foi particularmente afetada, com o deslocamento de telhas, rufo e pingadeiras em parte de sua cobertura.
Apesar dos estragos, a situação foi rapidamente controlada pelas equipes da Defesa Civil, que se mobilizaram para restabelecer os serviços essenciais e avaliar os danos. Alagamentos pontuais foram observados em alguns prédios públicos, devido ao grande volume de água que se concentrou em um curto período.
Moradores relataram o susto e a surpresa com a intensidade da tempestade. Segundo relatos, a chuva começou de forma branda, mas rapidamente se intensificou, acompanhada de ventos fortes e granizo. “Foi tudo muito rápido. O vento começou a sacudir as árvores e logo depois o granizo caiu com força”, comentou uma moradora do bairro central.
A Defesa Civil classificou a situação como controlada, mas permanece em estado de alerta, considerando a previsão de mais chuvas intensas para os próximos dias. O período de chuvas intensas está apenas começando no Sul de Minas, o que exige atenção redobrada por parte das autoridades e da população.
O ocorrido em Delfinópolis serve de alerta para a necessidade de um planejamento urbano mais resiliente, manutenção preventiva da rede elétrica e monitoramento constante por parte dos órgãos de defesa civil. A rápida resposta e o preparo da população são cruciais para minimizar riscos e garantir que os danos sejam apenas materiais.
Fonte: www.tempo.com



