Mercado reage a expectativas de corte na selic em janeiro

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O mercado financeiro brasileiro experimentou um dia de otimismo, impulsionado pelo Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, que, apesar de registrar um crescimento de 0,1%, reacendeu as apostas em um possível corte da taxa Selic já em janeiro. Essa expectativa influenciou diretamente o mercado futuro de juros, levando a uma queda nas taxas e impulsionando o Ibovespa a um novo recorde, ultrapassando a marca de 164 mil pontos.

A movimentação reflete uma análise de que o crescimento moderado do PIB pode incentivar o Banco Central a adotar uma postura mais flexível na política monetária, buscando estimular a economia por meio da redução da taxa básica de juros.

No cenário internacional, os mercados mantêm a atenção voltada para os Estados Unidos, aguardando a divulgação do índice de Preços de Gastos com Consumo (PCE), um importante indicador de inflação que pode influenciar as decisões do Federal Reserve (Fed) sobre as taxas de juros.

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As tensões geopolíticas continuam a impactar o mercado de petróleo, que segue em alta, enquanto o dólar apresentou volatilidade ao longo do dia.

Internamente, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) ganha destaque como um indicador importante para avaliar as pressões inflacionárias na cadeia produtiva brasileira. A divulgação do IPP pode fornecer pistas sobre o comportamento futuro da inflação ao consumidor e, consequentemente, sobre as próximas decisões do Banco Central em relação à Selic.

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