R$1 mil em Ethereum há 10 anos valeriam milhões hoje?

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Investimentos em ativos de alto risco carregam a promessa de retornos substanciais, mas também a possibilidade de perdas significativas. No entanto, mesmo em mercados voláteis, fundamentos sólidos podem impulsionar o valor de um ativo ao longo do tempo, ainda que com oscilações. O Ethereum, a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, exemplifica essa dinâmica, exibindo alta volatilidade, mas entregando resultados consistentes para seus investidores nos últimos anos.

Para ilustrar o potencial de valorização do Ethereum, foi realizada uma simulação do retorno que um investimento de R$ 1.000 na criptomoeda teria gerado nos últimos 10 anos.

Em outubro de 2015, o Ethereum era cotado a US$ 3,66. Em um período recente, a criptomoeda alcançou o valor de R$ 21.600, representando uma valorização expressiva de 589.895%.

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Há uma década, R$ 1.000 seriam suficientes para adquirir 273,14 ETH. Essa quantia, atualmente, poderia ser negociada por aproximadamente R$ 5,89 milhões. No entanto, após a incidência de taxas e impostos, o valor líquido de resgate seria de R$ 4,86 milhões.

O cálculo considera o investimento realizado por meio de uma exchange estrangeira, com uma taxa de 0,10% sobre o valor negociado. Além disso, é preciso considerar a transferência do valor para uma conta bancária no Brasil, o que implica a declaração no Imposto de Renda no ano seguinte.

Com a aplicação da alíquota de 17,5% sobre os ganhos de capital, a declaração resultaria em um imposto de R$1.031.274,30, restando um valor líquido de R$ 4.862.721,71.

Para a venda da criptomoeda, o investidor deve considerar liquidar sua posição de forma gradual, dado que a venda de um montante tão significativo de uma só vez poderia impactar negativamente os preços.

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